Como toda ferramenta, pode ser benéfica ou maléfica, dependendo de quem e como é utilizada. Atualmente, vem sendo muito criticado, mas, penso q a crítica deve ser a quem o utiliza, pois, conforme mencionei, trata-se de uma ferramenta, um recurso para ser utilizado não como único, mas como mais um. O educador deve estar atento às informações contidas e transformá-las em conhecimentos, levando os estudantes a refletirem tais informações...
O q acontece, na maioria das vezes, é q o professor fica preso ao livro, fazendo uso de atividades (q vem respondidas no seu) e, dessa forma não estimula reflexões: vale apenas o q está no livro, punto e basta!

concordo,o livro deveria ser apoio no ensino e n unico meio de ensino...ate pq livro de exercicio q contem resposta no final,fica muito comodo p o aluno q tem preguiça de pensar e n é estimulado c outras formas de ensino...(ja olhei muito o final do livro,rsrsr)
ResponderExcluirRsrsrs
ResponderExcluirQuem não já fez isso? Dar uma pescadinha no final do livro... principalmente qdo não estava a fim de fazer mas era obrigado, ou qdo não sabia e o professor nao parecia disposto a tirar dúvidas... para muitos professores o importante é apresentar o exercicio pronto e correto, não importa como foi feito.... é menos trabalho p ele.
O livro didático deve ser adequado a faixa a q está destinado. Outro dia, eu e algumas colegas estivemos analisando uma gramática q se destinava ao público da Educação Fundamental (não especificava série/ano). Percebemos q p as séries iniciais desse segmento era totalmente inadequado: a linguagem não era apropriada, não havia atividades e as imagens muito abstratas e muitas vezes totalmente sem nexo. Eu, particularmente, não recomendaria.
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