No tempo dos meus avós e até mesmo dos meus pais, cabia ao pai ser o mantenedor financeiro e à mãe todo o restante(cuidar da casa, dos filhos, do marido... sem contar em estar sempre alegre, sorridente, limpa, cheirosa e disponível para ele, o chefe da família).
Atualmente, salvo raríssimas exceções, nada mais "cabe" ao pai, pois sequer querem arcar com parte das despesas financeiras. À mãe todas às funções, e ao pai nada. Penso q cada um tem a importância q se dá, e, nesse caso, vai chegar um dia em q ao pai nenhuma importância será dada. Parece q os homens querem se sentir totalmente dispensáveis, afinal, até mesmo para q as crianças nasçam não mais precisamos deles: basta ir a um banco de esperma.
Apesar dessa ausência paterna, muita gente prefere fingir q não entende pq muitos filhos são tão apegados à mãe chegando, muitas vezes, a desprezar o pai. E dizem aos quatro cantos do mundo q é a mãe q "fica colocando coisas na cabeça dos filhos", parecendo acreditar q criança é burra, insensível e não percebe as coisas. Criança é bem mais inteligente, sensível e perceptiva do q muitos adultos e, tenho certeza de q uma grande maioria delas sabe q não deveria existir papel de mãe x papel de pai, mas sim divisão de tarefas. Isso sim seria mais justo, pois dessa forma não sobrecarregaria um enquanto o outro fica "de boa".
O que mais me deixa irritada nessa situação é q quando as coisas estão indo bem o pai resolve estar presente e usar o pronome "nós", mas qdo as coisas vão mal a culpa é da mãe.



eu concordo com a dona desse blog ,achei esse topico muuuuuuuuuuuuuuuuito interesante e tambem legal. Te amo muito mae
ResponderExcluirshow de bola essa materia,lamentavelmente a divisao de tarefa em muitos casos so existe qnd se esta fazendo o filho...como fazer filho qualquer idiota faz...mas Deus na sua infinita sabedoria ,criou nós mulheres-mães,somos superiores a essa coisa pequena chamada "homem-pai" ( n agravando a todos)..adoreiii
ResponderExcluirNão concordo totalmente, sou pai, mas cuido muito melhor de minha filha do que a mãe, sei muito bem o meu papel de pai e na maioria das vezes faço o papel de mãe. Amo muito minha filha.
ResponderExcluirPaulo: Q bom! Felizmente vc faz parte do q chamei de "raríssimas exceções". Fico feliz por sua filha. E tb pq foi bem claro qdo disse "não concordo totalmente". Essa sua fala, por si só já nos deixa claro q tenho razão, se não na totalidade, mas em grande parte... daí as exceções. Parabéns p vc e felicidades p sua filha.
ResponderExcluirHj uma conhecida minha perguntou-me como aguento tantas tarefas e como consigo dar conta. E ainda me perguntou se eu não me sentia diminuída por "me submeter a isso". Respondi q me sinto cansada e muito chateada c a falta de colaboração, mas não diminuída. Quem tem q se sentir diminuído é quem me ver nessa situação, está perto de mim, não faz nada e não ma ajuda. Esse sim tem q se sentir diminuído já q é dispensável pq consigo dar conta sozinha das tarefas q davam p dividir p muitos. Eu me sinto exatamente o contrário: me sinto grande, superior, melhor, MULHER, q de sexo frágil não tenho NADA. Sou batalhadora, luto por meus ideais, e geralmente atinjo os meus objetivos, ainda q c muita dificuldade... Áté hj, tudo q quis, eu consegui, exceto ficar rica. Rsrsrs
ResponderExcluirMas, ainda tenho tempo e disposição p lutar por isso.